A era digital trouxe consigo uma revolução na forma como nos comunicamos, consumimos informações e interagimos com as marcas. No entanto, essa mesma era também abriu portas para desafios complexos, como a proliferação de fake news e, mais recentemente, o surgimento e a sofisticação das deepfakes. Em 2026, esses fenômenos não são apenas preocupações jornalísticas ou políticas; eles representam uma ameaça direta à credibilidade das marcas e um campo minado para profissionais de marketing e comunicação.
A Good Job entende que, neste cenário, a transparência e a autenticidade se tornam moedas de valor inestimável.
O Que São Deepfakes e Por Que São Uma Ameaça?
Deepfakes são conteúdos de mídia (vídeos, áudios, imagens) criados ou manipulados por inteligência artificial de forma tão realista que se tornam quase indistinguíveis da realidade. Eles podem colocar palavras na boca de figuras públicas, simular eventos que nunca aconteceram ou até mesmo criar celebridades digitais para endossar produtos.
A ameaça é multifacetada:
- Desinformação em Massa: Deepfakes podem ser usados para espalhar notícias falsas de forma extremamente convincente, influenciando opiniões, desestabilizando mercados e até mesmo interferindo em processos democráticos, como eleições.
- Dano Reputacional: Uma marca pode ser alvo de deepfakes que a associam a práticas antiéticas, produtos falsificados ou declarações prejudiciais, causando danos irreparáveis à sua imagem e à confiança do consumidor.
- Propaganda Enganosa: A utilização de deepfakes para criar endossos falsos de celebridades ou influenciadores, ou para simular resultados de produtos, pode levar a práticas de propaganda enganosa, com sérias consequências legais e éticas.
- Erosão da Confiança: A constante exposição a conteúdos manipulados gera um ceticismo generalizado no público, tornando mais difícil para as marcas estabelecerem uma conexão genuína e confiável.
O Impacto no Marketing e na Comunicação em 2026
Para o marketing, o surgimento das deepfakes e a persistência das fake news exigem uma reavaliação profunda das estratégias.
- Autenticidade como Pilar: Marcas precisam ir além do discurso e provar sua autenticidade. O “storydoing” (fazer a história) supera o “storytelling” (contar a história). Ações concretas, transparência em toda a cadeia de valor e um propósito claro e comprovado são essenciais.
- Gestão de Crise Proativa: A capacidade de monitorar, identificar e responder rapidamente a deepfakes ou fake news que envolvam a marca torna-se vital. Isso exige ferramentas de monitoramento avançadas e um plano de crise bem estruturado.
- Educação do Consumidor: Marcas podem assumir um papel educativo, ajudando seus públicos a identificar conteúdos falsos e a valorizar fontes confiáveis.
- Parcerias Estratégicas: Trabalhar com veículos de comunicação e plataformas digitais que investem em verificação de fatos e combate à desinformação pode fortalecer a credibilidade da marca.
- Uso Responsável da IA: Se a IA é a ferramenta para criar deepfakes, ela também pode ser parte da solução. Ferramentas de IA para detecção de manipulação e para garantir a autenticidade do conteúdo gerado pela própria marca serão cada vez mais importantes.
A Virada de Chave: Transparência e Governança
O artigo do Meio & Mensagem aborda sobre como veículos lidarão com fake e deepfakes
Fake e deepfakes: como veículos lidarão com isso?
Reforça que a batalha contra a desinformação é uma responsabilidade coletiva. Para as marcas, isso significa:
- Políticas Internas Claras: Desenvolver diretrizes rigorosas para o uso de IA na criação de conteúdo e para a verificação de informações antes de qualquer publicação.
- Treinamento da Equipe: Capacitar equipes de marketing e comunicação para identificar deepfakes e entender os riscos associados.
- Investimento em Tecnologia: Utilizar ferramentas que ajudem a verificar a autenticidade de imagens, vídeos e áudios, tanto os que a marca produz quanto os que a envolvem.
- Construção de Confiança: Em um ambiente onde a verdade é constantemente questionada, a confiança se torna o ativo mais valioso. Marcas que são transparentes sobre seus processos, seus desafios e seus valores construirão uma base de lealdade inabalável.
O Marketing como Guardião da Verdade
Nesse cenário desafiador, o marketing não é apenas o responsável por comunicar, mas por ser o guardião da integridade da marca. É o marketing que deve liderar a conversa sobre autenticidade, garantindo que cada mensagem, cada campanha e cada interação reforce a verdade e o propósito da empresa.
Exemplos de empresas que já enfrentam esses desafios mostram que a proatividade é a melhor defesa. Investir em rastreabilidade de produtos, comunicar com clareza sobre a origem dos ingredientes e ser transparente sobre os impactos socioambientais são formas de construir uma narrativa robusta contra qualquer tentativa de desinformação.
Conclusão
As deepfakes e fake news são mais do que um problema técnico; são um desafio ético e estratégico que exige uma resposta robusta das marcas. Em 2026, a capacidade de navegar por esse ambiente complexo, protegendo a reputação e construindo confiança, será um diferencial competitivo crucial.
A Good Job está preparada para ajudar sua empresa a desenvolver estratégias de comunicação e marketing que não apenas engajam, mas também protegem sua marca contra as ameaças da desinformação, garantindo que sua mensagem seja sempre autêntica e crível.
Quer fortalecer a credibilidade da sua marca na era das deepfakes? Entre em contato com a Good Job e vamos construir uma estratégia de comunicação à prova de futuro!
Fonte: Meio & Mensagem


